Homenagem ao querido amigo Fabinho – Dia 28 de fevereiro

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  1. Enfim, depois de tanto erro passado
    Tantas retaliações, tanto perigo
    Eis que ressurge noutro o velho amigo
    Nunca perdido, sempre reencontrado.

    É bom sentá-lo novamente ao lado
    Com olhos que contêm o olhar antigo
    Sempre comigo um pouco atribulado
    E como sempre singular comigo.

    Um bicho igual a mim, simples e humano
    Sabendo se mover e comover
    E a disfarçar com o meu próprio engano.

    O amigo: um ser que a vida não explica
    Que só se vai ao ver outro nascer
    E o espelho de minha alma multiplica…

  2. Racionalmente é muito fácil se convencer do ciclo de energia, do ciclo da vida. É até mesmo confortante pensar que a morte é um recomeço. E, na verdade é. Mas, também não há como negar a dor de nossas perdas de pessoas amadas. Que difícil é para mim desapegar da idéia de permanência diante da morte de um Ser tão vibrante como o Fábio. Meu querido, só tenho que te agradecer pelos momentos de Luz que você trouxe para nós. Muita força para todos, especialmente a família. Meus sinceros pêsames. Mariana

  3. Descanse meu amigo e faças das montanhas do céu seu paraíso. Só te conheci de vista, mas sabia que dentro de ti, já habitava a alma de um guerreiro. Que DEUS cuide agora mais ainda super bem de ti.

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